• Porque escrever é um vício.

    Às vésperas do casamento do meu enteado - o segundo mais velho e muito querido -, as 24 horas do dia me parecem poucas. A gente esquece como essas ocasiões necessitam de atenção diante dos muitos detalhes.

    Ele já não mora conosco há dois anos, mas sairá daqui, em nossa companhia, para saltar nesse mar desconhecido - e complexo - que é a vida a dois.

    Costuma dizer que deseja ser feliz como nós e até acha que a mãe dele, se fosse viva - e era muito parecida comigo fisicamente -, me aprovaria para o pai. É algo muito curioso de se ouvir...

    Eu também penso que gostaria muito dela - até porque, tenho-lhe imensa solidariedade por conta do abandono com o qual meu marido a surpreendeu quando se apaixonou por sua segunda esposa. A vida e suas dores...



    Mas é tempo de sorrir: estamos em festa.

    A nora é adorável e, na posição de madrasta-madrinha, eu os abençôo com a cumplicidade.

    E que a alegria desça seu manto sobre eles, abrindo passagem para o amor, a paciência e serenidade para os reveses - dos quais, infelizmente, ninguém é poupado.

    Que façam feliz um ao outro, e que consigam enxergar a felicidade no mesmo horizonte, com as mesmas cores.

    Como disse Exupèry: Amar é olhar juntos para a mesma direção...

    Que assim seja para eles!




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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