• Porque escrever é um vício.

    Agora é 2003 - tempo de recomeço.
    Recomecemos...

    E pra começar, contrariei os planos traçados para a noite: todo ano a gente janta no mesmo restaurante - que é muito bom, ali no Jardins.
    Não sei porque mas achei que já estava na hora - ou passando dela - de mudar isso. Só que resolvi em cima da hora, no fim da tarde, enquanto nadava um pouco pra refrescar desse calor de 35 graus, surpreendendo inclusive meu marido - surpresas agradáveis são sempre bem-vindas, não? Ninguém pode ser julgado por elas.
    E deu tudo certo: fiz uma bacalhoada, assei uns tomates secos, um arrozinho básico e torta de limão. Nos vestimos de azul e branco, pus uma toalha na mesa da varanda, acendi uma vela vermelha, estouramos uma champanhe e saiu tudo melhor do que a encomenda. Ainda consegui encontrar, por um milagre - que São Paulo às seis da tarde era só o pó - um pão especial e arrematei com deliciosas rabanadas. E café, claro.
    À meia noite, fogos de artifícios - na TV e ao redor -, iluminaram os céus.
    E foi assim que cruzamos o portal para o novo ano: na intimidade da nossa casa, telefonando para pessoas queridas e recebendo ligações de quem nos quer bem.
    Depois revimos O Mensageiro, com (e de) Kevin Costner. É um filme sobre a esperança... Caiu muito bem...

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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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