• Porque escrever é um vício.

    Hoje - e só hoje! - no início dessa madrugada, assisti Gladiador, com Russel Crowe. O último filme novo da série épica que eu tinha visto, foi O Patriota.

    A década de 90 é marcada pelo lançamento de filmes em que finais felizes são uma raridade. Nessa época, eu ia ao cinema semanalmente e, dessa safra, lembro que o primeiro a me surpreender pela tragédia sem sentido, foi Íntimo e Pessoal. Eu saí do cinema com uma inexplicável angústia por conta do inesperado.

    Depois dessa iniciação ao entretenimento com amargo fel, eu me programo com olhos sem expectativas e não me choco muito - apesar de, intimamente, esperar que um milagre aconteça nas telas.

    Afinal, sempre ouvi dizer que cinema era sinônimo de diversão e uma opção pra relaxar. Em que momento isso mudou?




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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