Aguém que me lê já teve a impressão, ao se olhar no espelho, de que uma parte de si mesmo morreu em alguma pedaço da estrada, durante um acontecimento qualquer?
E que se continuou a viver sem essa metade, embora eventualmente ela lhe faça imensa falta?
Será possível prosseguir com fragmentos da própria essência?
Às vezes, eu nem me lembro de quem fui - mas acho que já fui bem melhor...





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