• Porque escrever é um vício.

    Confesso: adoro minisséries - especialmente, quando são boas.

    Vi Chiquinha Gonzaga, A Muralha, Aquarela do Brasil - essa não gostei muito -, Presença de Anita e, naturalmente, estou vendo Engraçadinha.

    Curiosamente, nunca li Nelson Rodrigues - careço dessa cultura. O que conheço dele, são suas frases impertinentes e sua dramaturgia recheada de tragédias: um senso de humor um tanto negro, eu diria... Mas não de ler; de ver através das muitas adaptações para cinema e TV.

    Nas últimas duas semanas, a Globo apresentou, em Brava Gente, fragmentos de seus filmes em episódios breves - Diabólica e Cachorro -, regados com morte, traição, assassinatos e inesperadas revelações destruidoras. Do começo ao fim, impera o suspense - que culmina num susto. Eu diria que sua marca é a surpresa, de um jeito impertinente e dilacerante.

    Engraçadinha, portanto, não é diferente. Não assisti à primeira vez que passou, há sete anos, de modo que para mim é inédita. E me surpreende. Com sua irreverência inusitada de tramas tão passíveis de acontecer mas tão estranhas de se encarar.

    E essa é, sem dúvida, uma excelente estratégia de capturar o leitor/telespectador: mostrando "A vida como ela é..."



    Ah! E se você for amante das letras rodriguianas, mande sua crônica na Promoção Nelson Rodrigues.




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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