• Porque escrever é um vício.

    Eu estava assistindo ao jogo EUA x México e começo a achar que os ânimos estão um pouco alterados. Na fase do mata ou morre, os jogadores parece que estão levando a sério as palavras de alguém (não sei quem) que disse que quem defende que o importante é competir, só perdeu. Eu confesso que sinto uma certa inquietação com atitudes agressivas, que minam o espírito esportivo e trazem à tona o confronto emocional que a tensão naturalmente gera.

    Bem... O Brasil joga daqui a aproximadamente três horas e vamos ver o que vem por aí.



    No mais, tenho ouvido - e lido - muita gente reclamar da aclamação de torcedores no meio da madrugada. Falam que esses, que comemoram, não respeitam o sono alheio. De certa forma, têm razão; mas como a Copa do Mundo só acontece a cada quatro anos, sinceramente, acho muito pertinente que os amantes do esporte se entreguem à despreocupação de tudo o mais para alegrar-se um pouco diante da simplicidade de uma partida de futebol.

    Aqui onde moro, no Brooklin, não há exageros: ao longe escutamos fogos de artifícios. Mas mesmo que saíssem do prédio ao lado, eu não me incomodaria.

    Afinal, que mal há num pouco de celebração diante do cotidiano que, geralmente, é tão cheio de seriedade, contratempos, urgências e decisões difíceis?



    Ah! E sim: temos uma imensa bandeira verde-amarela pendurada na grade da sacada...




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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