• Porque escrever é um vício.

    Estou lendo Profecia Celestina - livro que um dos meus enteados emprestou. Eu já tinha ouvido falar, claro, e apesar de gostar do título, não me despertou curiosidade maior. Ele comentou um pouco sobre o tema e, a partir daí, peguei-me interessada.

    Ainda estou no segundo capítulo e já me sinto cheia de questionamentos. Que livro mais inquisidor! A gente se percebe fazendo indagações sobre a razão última de tudo!

    Cá estou, nesse momento, me perguntanto com que propósito vim ao mundo. E quem vai lembrar de mim depois que eu passar por aqui? Minha (possível) filha? A neta? A filha da neta? E se eu não tiver um filho? Quem vai lembrar que eu passei por aqui de 1967 até o dia em que descer à terra? Quem vai lembrar do meu pai depois que eu morrer? Fala sério!!! Não é incrível que eu nunca tenha pensado nisso com mais atenção?

    Não existem coincidências: para cada movimento do universo, há uma conspiração - é o que diz lá e nisso eu sempre acreditei.

    Mas lá diz que foi essa conspiração que nos trouxe até aqui: fazendo descobertas - da roda ao computador -, a fim de tornar o mundo esse lugar perfeito que hoje coabitamos. A partir disso, nova consciência - a espiritual. Ou seja, abrir os olhos da alma para questionar o que antes parecia natural: nascer, viver, morrer.



    Você tem questionamentos ou ainda está de olhos fechados?

    Se estiver, talvez seja bom considerar permanecer assim. Do contrário, prepare-se para um sutil angústia com perguntas para as quais, possivelmente, não vai encontrar todas as respostas...




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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