• Porque escrever é um vício.

    Eu não escrevi nada sobre a morte de George Harrison.

    Confesso que os Beatles não me são referência - eu devo pertencer à minoria de humanos que não é fã deles. Admiro-os, claro, e gosto de algumas canções, mas a bem da verdade, eu sou alguém que não tem excessos em relação à musica, de modo que eles me são um grupo como outro qualquer. Lamentei a perda de John Lennon - como o faço por George -, apenas por serem humanos, jovens demais para a morte e as tragédias que os envolveu.

    De toda forma, sempre fico sem palavras nessas ocasiões, então, eu vou usar as dele (cujo blog vc não precisa visitar, a menos que queira conhecer, porque ele não escreve nada por lá há meses):



    Inevitável, esperada e prevísivel a morte de George. Mas para quem tem a minha idade ou perto, além da dor da perda, fica a nostalgia da lembrança da incrível era dos Beatles, com as músicas ainda inesquecíveis e a mudança de hábitos que provocaram...

    Esta é uma morte que não passará batida e George pode descansar em paz, porque o mundo ficou lhe devendo várias e sua passagem por aqui valeu a pena.
    (Raul Lessa)




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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