• Porque escrever é um vício.

    Madrugada: meu marido dança comigo, de rosto colado, músicas que escrevem nos seus sons a nossa história.

    A noite: uma aventura para o amor...



    Isso é consequência...

    E pra que falar de dor? A gente esquece...



    Ah! Se pudéssemos contar

    As voltas que a vida dá

    Pra que a gente possa encontrar

    Um grande amor



    É como se pudéssemos contar

    Todas estrelas do céu

    Os grãos de areia desse mar

    Ainda assim



    Pobre coração, o dos apaixonados

    Cruzam o deserto em busca de um oásis em flor

    Arriscando tudo por uma miragem

    Pois sabem que há uma fonte oculta nas areias

    Bem aventurados os que dela bebem

    Porque para sempre serão consolados



    Somente por amor

    A gente põe a mão

    No fogo da paixão

    E deixa se queimar

    Somente por amor

    Movemos terra e céus

    Rasgando os sete véus

    Saltamos no abismo

    Sem olhar pra trás

    Somente por amor

    A vida se refaz



    E a morte não é mais

    Pra nós...




    A Miragem, Marcus Viana




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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