• Porque escrever é um vício.

    Chegamos agora da rua, que saímos pra comer um lanche. Estamos com as horas do avesso, a madrugada é nosso dia: fomos dormir às oito da manhã e almoçamos às quatro da tarde...

    Lá fora está frio: garoa leve, o azul do céu debaixo do cinza, brisa gelada... É primavera e ela também parece estar com o clima de ponta cabeça: não é tempo do sol leve misturado ao vento? Eu nao sei... A última vez que a primavera passou por mim eu nem notei...

    Eu ando um pouco amarga e não consigo localizar a razão. Continuo rindo e sorrindo, não há nada de diferente nem grave, mas tem alguma coisa me incomodando... Talvez a reforma... É, tem uma pequena reforma nesse apartamento que está me deixando maluca... As cãs estão estressadas e tem muito pó - além do que, alguém transitando na minha casa todo dia, me aborrece muito. Prometeram acabar hoje, pela manhã...



    É isso... Eu vou me deitar e tentar dormir, que quero amanhecer num horário razoável para fazer algumas coisas pendentes e devolver o ar de lar à esse espaço especial em que vivemos... Ter um fim de semana de paz, sem a perspectiva de mais pó na segunda-feira...

    Eu ando chata...



    * Em tempo: hoje é niver do Jeff, e eu quero cair no lugar comum de desejar que a vida lhe continue sorrindo, bonita e simples, como ele gosta...




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    Coordena os Portais Babel Cultural e Estilo 40. 
    Escreveu por dez anos para o site Crônica do Dia. Administra e escreve minicontos em Hiperbreves.
    Formada em Letras, trabalha com arte-visual. Casada, 'mãe' da Maya - uma Labradora chocolate. 

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